Polícia

Duas vítimas fatais do acidente na vicinal Adamantina/Mariápolis eram moradores em Lucélia

Max Deny, de 40 anos, era padrasto de Wagner Rodrigues, de 30 anos. Ambos estavam no Ford/Verona.

Por: Da Redação atualizado: 25 de outubro de 2021 | 12h45
Max Deny, de 40 anos, era padrasto de Wagner Rodrigues, de 30 anos. Ambos estavam no Ford/Verona envolvido no acidente (Reprodução). Max Deny, de 40 anos, era padrasto de Wagner Rodrigues, de 30 anos. Ambos estavam no Ford/Verona envolvido no acidente (Reprodução).

Duas das vítimas fatais do acidente no final da tarde desta segunda-feira (18) na Rodovia Adamantina/Mariápolis, são moradores de Lucélia. Max Deny Borghetti, de 40 anos, era padrasto de Wagner Rodrigues dos Santos, de 30 anos, que atualmente trabalhava em um supermercado, em Adamantina. Ambos estavam no Ford/Verona que tracionava um semirreboque (carretilha), que teria desencadeado a tragédia.  

Segundo a Funerária Lucélia, os dois corpos serão velados nesta terça-feira (19) a partir das 12h no Memorial Lopes & Lopes. O sepultamento de ambos está previsto para às 16h, no Cemitério Municipal da cidade.

terceira vítima fatal do acidente foi o fisioterapeuta Patrick Eduardo Santos, de 37 anos, de Mariápolis.

A tragédia

De acordo com a versão final para o acidente divulgada na madrugada desta terça-feira pela Polícia Militar Rodoviária, o condutor do Ford/Verona, placas de Flórida Paulista, transitava no sentido Adamantina a Mariápolis, cujo veículo tracionava uma carretinha de fabricação caseira e sem placas, que transportava entulho de construção, momento em que perdeu o controle da direção do veículo. Com isso a carretinha ficou em zig-zag na pista e invadiu a via contrária, momento em que foi colidida transversalmente pelo Hyundai/HB 20, placas de Mariápolis, que transitava no sentido contrário. Em ato contínuo o GM/Celta, placas de Adamantina, que transitava logo atrás do Ford/Verona, também no sentido Adamantina a Mariápolis, colidiu lateralmente com o HB20.

(Reprodução).(Cedida/PM Rodoviária).(Cedida/PM Rodoviária).

O passageiro do Ford/Verona, Wagner Rodrigues, de 30 anos, entrou em óbito no local. Já o condutor do mesmo veículo, Max Deny, de 40 anos, chegou a ser socorrido com ferimentos graves e com quadro de parada cardiorrespiratória, mas deu entrada no pronto socorro da Santa Casa local sem vida. Os dois eram moradores em Lucélia. Max Deny era padrasto de Wagner Rodrigues. O veículo foi partido ao meio.

O condutor do Hyundai/HB20, Patrick Eduardo Santos, de 37 anos, morador em Mariápolis, também chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e já chegou sem vida ao pronto-socorro. Já a condutora do GM/Celta, uma mulher de 31 anos, não se feriu.

Logo após o acidente o trânsito ficou momentaneamente interditado e depois, com as medidas de segurança e sinalização, passou a fluir pelo acostamento em velocidade reduzida. Além da Polícia Militar Rodoviária, o atendimento à ocorrência mobilizou equipes do policiamento territorial da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, da Concessionária Eixo e ambulâncias

(Cedida/PM Rodoviária).(Cedida/PM Rodoviária).(Reprodução).

O cenário do acidente ficou preservado para os peritos da Polícia Científica, cujo laudo fará parte das investigações no âmbito da Polícia Civil, na tentativa de apurar eventuais responsabilidades. Laudos dos corpos, pelo Instituto Médico Legal (IML), também deverão ser integrados ás investigações.

A PM Rodoviária fez o teste do bafômetro na condutora do GM/Celta, que não constatou álcool no resultado, o que não foi possível de ser realizado nos demais condutores.

A vicinal, que é um acesso da Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros, é uma rota da SP-294 a Mariápolis (Acesso SPA 592/294), via perímetro urbano de Adamantina. O trecho é administrado pela Concessionária Eixo SP. A denominação 592 se refere ao km do trevo principal de Adamantina.

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