Aprocaf lança nova campanha de enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes
Campanha será realizada no ambiente virtual, face à quarentena, mas depois ganhará as ruas.
A Aprocaf (Associação de Proteção à Criança, Adolescente e Família de Lucélia) lança mais uma edição da campanha de enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes. A iniciativa se desenvolve dentro do projeto “Tecendo a Rede”.
Tradicionalmente, no mês de maio, são entregues panfletos, folders e cartazes nos órgãos de educação, saúde, assistência social, conselhos municipais de políticas públicas e às autoridades do município, a fim de efetuar a mobilização dos profissionais e da sociedade em geral sobre a importância da prevenção e combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes.
(Divulgação).
Porém, a atual versão da campanha vai ser iniciada apenas no ambiente virtual, no site e na fanpage da Aprocaf, face às medidas restritivas determinadas pelo poder público, pelo isolamento social para evitar prevenção à transmissão do novo coronavírus (Covid-19).
Quando as atividades se normalizarem, será feita a entrega do material da campanha a todos os órgãos, assim como palestras pela psicóloga Mércia Fuzetti Troncon, através de parceria com as escolas.
(Divulgação).
A Presidente da Aprocaf, Júlia Parra Quessada Castilho, agradece o apoio do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, através de Projeto selecionado/2019 pela Fundação Itaú Social e a parceria com a Secretaria Municipal de Educação, para a realização das palestras. (Continua após a publicidade...)
Violência e abusos: alerta especial na quarentena
Segundo a Aprocaf, foi constatada desde a primeira campanha, no ano de 2009, a importância de sensibilização e conscientização sobre a violência sexual contra crianças e adolescentes, que deixa marcas para toda a vida. “O abusador/violentador está mais perto da criança e do adolescente do que podemos imaginar. Precisamos quebrar o muro do silêncio”, destaca a instituição. “Nesta época de isolamento social todos devem estar mais atentos às violências que são praticadas contra as crianças e adolescentes, pois estas se encontram sem a proteção das instituições como creches, escolas e projetos sociais”, alerta.
(Divulgação).